quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
só pra vocês verem como eu me divirto pacaraio
me: hahahahaha
no fim, tudo dá certo (pra alguém)
Sent at 10:19 AM on Tuesday
julita: hehhe
em um contexto cósmico-univers
me: de alguma forma que a ciência não explica: no fim, tudo dá certo
mesmo que existam brujas de cinco metros no méxico, no fim, tudo dá certo
uh, eu poderia fazer isso pra sempre
julita: ahahaha
obama está aí para porvar que no fim, tudo dá certo
me: hahahhaahha
eu quero uma foto do obama fazendo hang loose pra fazer um cartão motivacional

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
piada interna E familiar
agora sim
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
aff
Tá, eu não resisto, preciso desabafar sobre isso. A feira é exatamente a mesma do ano passado. Sim, eu tive a impressão de ter dado um pulo no tempo. O crepom-fake é o mesmo, um pouco mais amarelado. Em razão disso, não posso deixar de pensar que todos os anos, por muito, muito tempo, esse evento se repete. Sempre com as mesmas pessoas pra vender, as mesmas pra comprar, os mesmos artesanato os mesmos sabonetes embrulhados em tule e as mesmas havaianas cheias de miçangas. E se tem uma coisa que eu NUNCA entendi nessa vida foram havaianas com miçangas. Nenhum sentido.
Pois bem, eu nem ia espinafrar a feira e estava calada trabalhando, guardando toda a minha dor, até que meu chefe, fanfarrão, olhou pra mim e fez alguma brincadeirinha sobre a minha admiração pelo camelódromo natalino. Mantive a compostura mas, quando eu cortava caminho pelo fabuloso jardim de inverno em direção ao banheiro e percebi que teria que contornar a tripa gigante de mesinhas de sarrafo com toalhas bagaceiras em cima pra chegar ao toilette, meu sangue começou a subir. E logo terminou a trajetória porque, convenhamos, é um caminho não muito longo. Aí quando eu finalmente cheguei no banheiro tinha uma GALERA lá dentro aguardando e pior do que papo de fila e de ponto de ônibus, só papo de banheiro. Banheiro de festa a gente até acha graça, mas o que dizer do banheiro do local que abriga uma feira de natal? Por que – por que??? – as pessoas têm essa mania de ficar tentando ser caloroso (e invasivo) em todo o lugar? Pra que comentários? Pra que? Eu tenho amigos, eu não quero bater papo com vocês. Eu não quero que comentem os hábitos de higiene de quem saiu do banheiro. Eu posso lamentar, eu posso detestar, eu posso me enojar, mas eu guardo pra mim. Então guarda pra ti a tua questão com o vaso sanitário ou resmunga, simplesmente. Amaldiçoa, se necessário. Mas não vem sorrindo me contando que a pessoa anterior não deu descarga e, pelamor, não tenta fazer uma piadinha metafórica sem graça com isso.
Eu não sou sorridente e faço questão de ostentar a minha constante expressão de desprezo nos corredores do meu local de serviço (e assim será até que eu trabalhe no google, fica a dica). Portanto não entendo porque tanta gente vem falar comigo e me contar coisas. Mas certas histórias até curto ouvir, embora não por muito tempo. Gosto de entrar em contato com toda sorte de maluco. Porém, há coisas que não me interessam e, provavelmente, não têm importância pra ninguém na face da terra. Se tu deu o azar de usar o banheiro depois de uma porca, eu te digo: eu uso o banheiro antes e depois das porcas diariamente. Mas eu nem precisei destilar meu ódio, porque a senhorinha que faz a faxina (e é muito minha parceira) interferiu pra dizer que todo dia é a mesma coisa. Viu? Santa irrelevância. Não é assim que se faz amigos.
Ok, eu vou superar. Afinal, o natal é logo ali e aí acaba essa papagaiada toda. E pra todo mundo que me chamar de amarga e quiser defender as tias do artesanato eu vou dar de presente uma obra de arte em crochê das mais fuleiras e vou OBRIGAR a usar toda vez que sair comigo, seja uma toca, uma bolsa com aqueles lances de latinha ou um colete super fashion. To avisando.
A propósito, cortei a palavra "simpática" duas vezes do texto porque não concordo com o senso comum a respeito desse conceito. Ia dizer que não o sou, mas sou sim. E muito. Nada mais simpático do que não perturbar as pessoas ao redor. Reflitam.
voltei unicamente pra reclamar
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
amém
e é meu amigo
Primeiramente pensei: "oh, marotinhos... religião versão xóvem e serelepe". Porém, depois lembrei. Realmente, Jesus é um cara e é meu amigo. É tão meu amigo, faixa, parceiro, que estudou comigo, andávamos juntos, as pessoas achavam que éramos irmãos (sim, pra tu ver que ninguém cai nessa de virgem maria) e até passamos um fim de semana juntos na companhia de futuros talentos literários em Canela num belo hotel e com a presença do inesquecível Capitão Quati.

Pois então eu e um das mocinhas adentramos a festa proferindo a senha, ao passo que a terceira, percebendo a inutilidade do ato, perguntou:
- Eu também preciso?
O porteiro, crudelíssimo, disse:
- Não é arrogante, está mesmo calçando as sandalinhas de Jesus (ou seja, da humildade. Embora saibamos que se tratava apenas de uma sandalinha riponga).
- Pior ainda: foi até a cruz, roubou a sandália e não trouxe a mensagem.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
o cúmulo da honestidade coletiva
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
=O

Eu ainda prefiro nós, bêbadas, contando. Mas ok.
É lá do Dr.Pepper.


